Por mais que olhos se abram
Há sempre um olhar que se fecha
Negando a força verdade
Que brota de um coração triste
Escondendo em si a verdade
De homem que diz que é livre
Da mulher que se quer aceite
São poucas as puras verdades
Vedadas aos olhos mortais
Imortal é o amor verdadeiro
Por muitos sentido, calado.
Caladas se beijam verdades
De seres no mundo calado
Levantem-se os gritos verdade
Que se erguam amores sinceros
Julgados pela sociedade
Daqueles que apontam os dedos
Sem saber que estão condenados.

Ruth Collaço, a autora do poema








Uma resposta para “Por mais que os olhos se abram”
Magnifico