Proteção, invenção, inútil?
Provavelmente é uma mistura destas hipóteses. Em que a última, a ser verdadeira a existência do escudo, é qualidade daquele que é cético.
Acima de tudo de que serve ter um, se sendo imaterial deixa passar todos os malefícios através de si?
O conceito de escudo coabita com a proteção de algo potencialmente perigoso.
Então, será que o escudo deixa passar ou está mal preservado?
É assim tão perspicaz sabendo distinguir o bom do mau, ou gerindo os estímulos externos a seu belo prazer manipula a sua própria função?
Não! Quando se arrisca deliberadamente e as coisas correm mal, não digam que é invenção! Também não estou a validar a sua existência, é apenas o resultado daquilo que ouço e me faz questionar:
Onde está o erro, na prática ou na teoria?
Será que alguma vez as perguntas desta natureza têm resposta?
Será que é pura perda de tempo?
Será que devemos cuidar desta imagem linguística?
Cuidem-se!!!

Maria Dulce Araújo, a autora do texto







