Esta Janela
chamada Poesia
é em si uma Aquarela
já colorida d’Alguma fantasia.
É (Por)tal uma abertura
a determinadas cores.
Mantém a pureza, a candura,
radiante nos seus alvores
e desta requintada Janela
abre-se um novo horizonte,
tal uma encantatória tela
em que a Poesia é uma Ponte…
Adornada por uma subtil fragrância
de um primaveril aroma exalado
por toda esta airosa elegância,
a Janela, não pertence a qualquer quadro…

João Oliveira, o autor do poema







