Após uma breve introdução sobre as Raças anteriores, vamos encerrar o tema “Raças Evolucionárias de Cor”, com a “Raça Índigo”.

Assim como os Homens Vermelhos foram os mais avançados da Família Sangique, os Homens Índigos foram exatamente o contrário, os que menos progressos fizeram.

Sendo obrigados a sair dos Planaltos de sua origem, migraram para o Continente Africano, onde permanecem até os dias de hoje.

Excetuamos aqueles Homens Índigos, que foram escravizados ao longo dos tempos e retirados à força deste Continente, nomeadamente para o Continente Sul Americano.

Na altura e isolados em plena África, tanto o Homem Índigo, como o Homem Vermelho, pouco evoluiram.

Apesar da pouca evolução, e destacamos o Homem Índigo, (porque posteriormente e como anteriormente mencionámos, o Homem Vermelho fixou-se no Continente Americano, mais propriamente na América do Norte), quando da chegada de “Orvonon”, Grande Líder Espiritual, houve um experimento para um Despertar Espiritual.

Com o andar do tempo, aquela orientação de “Orvonon” direcionada para a adoração do “Deus dos Deuses” foi bastante enfraquecida muito embora, houvesse um ténue desejo na adoração ao “Desconhecido”.

Apesar desta Raça registar algum atraso, e enfatizando o Norte de África, com a presença de Seres oriundos da Constelação de Auriga, os Exilados de Capela e aqui destacamos o povo Egípcio à Época sob a regência dos Faraós, houve um progresso espiritual, que se foi arrastando ao longo do Continente Africano e pelas diversas tribos.

Adquiriram um “Poder Celestial”.

Podemos destacar a “Tribo Dogon do Mali”, que tem um conhecimento muito exato do Sistema Estelar de Sírius.

Os seus Sacerdotes, e de forma secreta o vão divulgando há Séculos.

Durante as diversas épocas, todas as raças que compunham a Família Sangique tiveram avanços e recuos e alguns conforme relatámos, foram dissolvidos há milhares de anos.

Na época da queda do Príncipe Planetário “Caligástia”, um Ser de nome “Mansat” e para os povos que estavam mais próximos do seu Círculo, fez surgir um novo renascimento espiritual.

Com alguns progressos, podemos afirmar que houve situações no Planeta, em que quando do surgimento de um Ser Espiritual em determinada Raça, apenas essa mesma raça registava uma evolução acima do comum.

No entanto e segundo o Livro de Urântia, há fortes razões para fazer evoluir três a seis Raças no mundo do espaço, embora não tenhamos permissão para podermos apreciar estas razões.

Terminamos afirmando que, a homogeneidade da Raça Humana não é prioridade, a não ser que os povos que se encontram neste mundo em evolução, atinjam níveis muito elevados de desenvolvimento espiritual.

Encerramos assim, a série, sobre “As Raças Evolucionárias de cor”.

(Baseado no Livro de Urântia)

Francisco Cabral, o autor do texto

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