Há momentos de todas as cores, mas o semáforo acende as de principal significado.
Teremos nós um semáforo interno e exclusivo instalado?
Julgo termos nascido já com ele.
Saber reconhecer a relação que tem connosco ao ponto de o identificar no tempo preciso e com a rapidez exigida, já é outra coisa.
Como exemplo, dou a insistência quando esta se torna demasiado sufocante, e nós não percebemos que dispomos de um sinal vermelho, deixando o travão solto, identificando o oponente, tratar-se de sinal verde continuando a insistência.
Na falta de semáforo pessoal e social, bem como a falta de bússola de muito boa gente, estamos perante um desafio e conflito interno.
Baralham-se as cores?
Mas é claro!
Então como se pode ativar tal sistema?
Sinceramente não gosto de dar palpites para resultados, porque a cabeça das pessoas e a minha por vezes, parece uma roda de jogo da Santa Casa, raramente em conformidade com as leis da probabilidade.
Fica assim o semáforo pendurado num texto de pouca finalidade?
Fica!
O semáforo acendeu a cor vermelha…então eu vou parar. Pensem nisto!

Maria Dulce Araújo, a autora do texto







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