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Continue reading →: Quatro Horas em RedeÀs 13h05, o FlixBus saiu de Aveiro com todos os lugares ocupados e uma convicção minha, que de imediato se confirmou: Eu era o único passageiro sem o rosto iluminado por uma luz azulada. Como biólogo comportamentalista, não posso perder a oportunidade de viajar sem observar. A viagem prometia um…
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Continue reading →: Espaço interiorCriar espaço para nos podermos arrumar, é uma atitude interminável, e de manutenção cíclica. À semelhança da organização de um arquivo, quer dinâmico quer estático, dentro de nós tem de existir método e espaço para gerir toda a informação adquirida. Definir módulos por matérias é uma estratégia exigente, dada a…
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Continue reading →: Os Essénios – FinalContinuação Jhashua desde muito cedo saiu de Nazareth. Dado o propósito e a partir dos seus dez anos de idade, começou a frequentar vários Santuários. Quando em reunião com os respetivos Sacerdotes e em estado de extase, recordava suas anteriores encarnações. Estas recordações de antigas encarnações e reforçamos, só em…
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Continue reading →: Sussurros de outonoSe a noite me cobrir, que seja de bênçãos.Os sonhos, esses nunca me abandonaram.Podes até pensar que sou trivial,que levo a vida na corda bambae que nem as brumas ocasionaisme levam a sério.Devo eu, acreditarquando, sarcástico, me miras e dizesser eu, a luz dos teus olhos?Bem sabes que a luzàs…
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Continue reading →: Distâncias PróximasExistem proximidades e separam, há distâncias e unem… João Oliveira, o autor do aforismo
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Continue reading →: Paz em meio de caosSabendo que o caos é a desordem existente nas mais variadas situações, à primeira vista seria impossível o surgimento de sentimentos pacíficos. Contudo não considero improvável a sua coexistência, ou seja, o outro lado da moeda. Se não existirem seres tranquilos, mesmo numa proporção ínfima, como se reconstrói a vida…
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Continue reading →: Os Essénios – Parte 12Continuação Para termos uma noção completa sobre os Templos Essénios e onde se localizavam, vamos sintetizar o secretismo que utilizavam para que não fossem surpreendidos. Normalmente situavam-se nos montes, e locais de difícil acesso com sítios cobertos de vegetação muito espessa. Ninguém pensava que ali morasse alguém. Era exatamente nesses…
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Continue reading →: Outras ÂnsiasHá um mar em ti pelo qual anseio…AzulProfundoComo o infinito que está para lá do olhar…Desnudo-te a essênciaMeu corpo por teu corpo clamaVem!Faz-me vibrarSacode-me!Acorda-me! Embala-me nas vagas do teu imenso mar. Amo-te!Como se ama a luz divina que nos vem salvarDa loucura que nos fascinaQuando a paixão nos dominaE o…
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Continue reading →: Uma provocação…Provocar o pensamentoé também incutir alentoe para mais e melhor cogitar,não se deixe dispensar… João Oliveira, o autor da poesia
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Continue reading →: Andar com o vento, não atrás, não contra, “com”…Não faz sentido olhar para trás, aliás, nunca fez! Tenta decifrar um mapa que já não corresponde ao território. O passado é apenas poeira pousada na pele — memória sim, mas não pode ser morada. A mulher que sou, escuta os ventos e sabe que nada cresce voltado para trás.…
